Adotar faz bem!

No dia 25 de maio comemora-se o dia nacional da Adoção. Foi criado em 1996 no I Encontro Nacional de Associações e Grupos de Apoio a Adoção, para enaltecer esse ato de puro amor de pais que adotaram crianças! Nós, da VetMaster, resolvemos incluir a adoção de animais nesta data comemorativa. Afinal, adotar um cão ou um gato também não é um ato de puro amor que muitas pessoas não sabem ou não entendem. Por esse motivo, para mostrar a importância da adoção, recolhemos depoimentos de clientes que adotaram animais e como eles mudaram as suas vidas. Histórias de amores à primeira vista, de escolhas, de entregas, enfim, teremos muitas emoções nas próximas linhas. Que essas histórias possam tocar seus corações e convencerem a vocês que Adotar faz muito bem!!!

                    A História de Maria Hezergovina

               “Em 2010 voltando de uma festa de madrugadMariaa, ao pararmos o carro, meu namorado e eu encontramos uma cadelinha na rua. Eu chamei ela e o que mais me surpreendeu foi que ela não saiu correndo como os demais cães de rua, ela veio correndo na minha direção e pulou no meu vestido, rasgando toda a renda dele (risos)… Na hora não tive dúvidas que ali surgiu um amor enorme entre nós duas! Meu namorado e eu a levamos ao veterinário e dias depois, a levei para minha casa. Minha família adorou de cara, porém o mais fantástico era que meu pai que estava acamado teve uma sintonia total com ela! Ela subia na poltrona em que ele ficava deitado e ficava horas em cima do colo dele, ambos cochilando (risos)… as vezes ele passava a mão nela e ela retribuía com um olhar super alegre ou abria as perninhas para mostrar seu barrigão! O tempo foi passando e Maria Hezergovina foi crescendo e alegrando cada vez mais nossas vidas. Até que chegou o dia que meu pai faleceu e eu achei que nunca mais fosse conseguir ser feliz, me tranquei em casa, não saia mais com meus amigos, cheguei a ficar dois meses em casa só me lembrando dele e chorando… Minha única alegria era olhar para minha cachorrinha que cada vez mais me dava motivos para sorrir com sua carinha linda! Dia após dia, ela me fazia uma graçinha para eu 200420142904não me sentir tão abandonada e passava horas ao meu lado até que chegou um dia que consegui me reerguer! Sou totalmente grata a ela por existir em minha vida, me proporcionar momentos alegres várias vezes ao dia, ser tão ‘’cãopanheira’’… As pessoas me perguntam: Por que você adota cães vira latas, sem raça? Bom, eu adoto, porque tem que ter muita raça para passar os maus tratos que eles passam nas ruas!Sempre faço questão de demonstrar meu amor por você, minha filha tão amada… No passado você me ajudou sem pedir nada em troca e hoje em dia eu te ajudo com o maior prazer! Te amo muito, não consigo nem quantificar!  Você faz parte da minha vida!”

Pollyanna de Mello Figueiredo

A História de HelenaIMG_0147

                  419841_429331187106126_416191785_n     helena  “Em meados de maio/2009 chegava em casa quando me deparei com uma “coisinha” branca e pequena do outro lado da rua meio desconfiada subindo a escadinha que tinha no passeio ao lado de um bar.Tentei me aproximar mas se assustou e correu. Então larguei tudo que tinha nas mãos no chão e fui devagar tentando me aproximar mas correu de novo.Ai atravessei a rua e toquei no meu vizinho de fundo e perguntei se sabia de quem era mas disse que não e que havia 1 semana mais ou menos que estava ficando e dormindo no lote vago no fim da rua, inclusive havia tomado toda chuva que tinha caído no dia anterior.Enquanto conversávamos percebi que ela tentava se aproximar, ai me agachei e aos poucos foi chegando perto, até que me deixou toca-lá ai me aproveitei e a peguei no colo e corri para casa.Com medo da reação da minha mãe que estava em casa e na cozinha, já entrei aos prantos dizendo: “Deixa ficar, prometo que arrumo um dono”! Ela não se opôs mas temia reação do meu pai que chegaria de viagem na manhã seguinte.Para prorrogar tal encontro, levantei cedo e a levei na Bichos Gerais que é perto de casa para consulta e exames (inclusive leishmaniose – que Graças á Deus e São Chico deu negativo) e fomos atendidas pela Tia Mayumi (Mayumi Mano). Após fomos na Tia Rê (Renata Nunes) para tomar banho.Chegava a hora de voltar… e como já imaginávamos foi aquele “auê”. Mas com o passar dos dias ele parou de resmungar.Passado alguns meses minha mãe me lembrou que havia prometido arrumar um dono para ela e foi quando eu disse: “Uai! Já arrumei. Nós!” rsrs E assim ela ficou e permanece até hoje. Atualmente ele não mora mais na casa dos meus pais e sim comigo e meu marido.Ela me escolheu como sua dona e tem a maior gratidão por tê-la tirado da rua e dado todo amor e carinho.Acredito que tinha um dono pois tem rabo cortado e no momento que chegou recusou pão e biscoito, e devorou a ração. Prefiro acreditar que ela fugiu e se perdeu ao invés de abandonada, doi menos o coração e a alma.Ela é um doce, é meu carrapatinho quando estou em casa, não desgruda um minuto sequer. É super carinhosa, fiel sempre.Helena foi meu primeiro “resgate”, e desde então meu amor pelos animais só aumenta, principalmente os de rua e os vira latas.Tenho muita admiração e respeito pelas pessoas que resgatam e pelos veterinários que ajudam, cada um a sua maneira e possibilidade mas sempre com muito amor, carinho e dedicação.Adotar é tudo de bom! Recomendo sempre, pois é um amor incondicional, puro, sem cobranças, dado de graça de alma e coração pelo animal.”

Érica Martins

A História de Geraldinho

           Geraldinho“No dia 12 de julho de 2013, sai de casa às 5h30 da manhã para minha corrida diária de disciplinados 4 km. No retorno, passando pela rua de trás da Toca da Raposa I, vi uma caixa de papelão com um monte de pelo que logo imaginei ser de um filhotinho abandonado, mas ao me aproximar senti um cheiro horrível de decomposição. Desisti e resolvi seguir em frente quando pensei: será que está morto mesmo? Até hoje me pergunto o quê me fez acreditar… Pois bem, voltei à caixa e ao me abaixar, ele se voltou pra mim com lindos olhinhos sofridos, mas muito brilhantes! A partir daquele momento, não poderia e nem conseguiria deixa-lo sozinho. Com ajuda de dois homens que observavam a cena, o coloquei em outra caixa e sai correndo em direção à clínica veterinária. Durante o trajeto, ele se virava pra mim e eu tentava dizer que tudo ficaria bem. E o mais incrível, é que na hora entendi exatamente o que estava acontecendo, aquilo tudo era o presente que eu tinha pedido a Deus, uma ou duas noites antes: queria me reencontrar com o amor.Ao chegar à clínica descobri que os animais que vivem nas ruas, estão à própria sorte até que Deus resolva, por fim, recolhê-los à sua companhia. As clínicas, para sua sobrevivência, precisam obviamente, cobrar pelos serviços que são tão especializados como aqueles praticados em humanos. E desta forma eu arrumara um grande problema: estava sem dinheiro e meu amiguinho iria precisar de muitos cuidados. Ele tinha a patinha traseira esquerda quebrada, uma ferida embaixo da patinha dianteira esquerda tão profunda, que chegara ao osso, estava anêmico, desnutrido e talvez o pior, com o coraçãozinho partido. Mas o quê se haveria de fazer, ele contava comigo e não existia outro jeito. Enfiei a mão no bolso e consegui: ajuda de amigos, da clínica e ainda um excelente tratamento que o trouxe de volta à Vida!!!! Enquanto a querida Dra. Perla o examinava, as meninas da recepção com uma ficha, me perguntavam: – qual o nome dele? – nome??? Ihhh… Naquele momento, a única coisa que me rondava a cabeça, era uma piada sobre a “Geral do Santos”… e então, quando ela me perguntou de novo, eu disse “Geral do Cruzeiro”! – Oi??? – ela me perguntou confusa,  – Geraldo, Geraldo Braga. Sim, Geraldo Braga!!! E assim foi registrado, Geraldo!!!! Atualmente, devido ao seu charme e carinho, e também às suas pequenas proporções, Geraldinho é o mais usado.Ah… antes de continuarmos, devo informa-los que a ideia era que tão logo ele ficasse bem eu procuraria um lar pra ele.Isso aconteceu na sexta-feira de manhã. No sábado à tarde, fui visita-lo e depois na segunda, quarta e enfim sábado.Ah claro, preciso registrar que a vida da mamãe virou outra. Ela é apaixonada por ele e eu também!!!”

Luciana Helena

         A História De Bianca, Pretinha e Companhia Ltda

            Gatos “A mais ou menos 14 anos atrás apareceu no portão da minha casa um filhotinho de gato abandonado. Meu pai então a pegou e começamos a cuidar, e passou a se chamar Bianca. Passado alguns anos, apareceu no muro da minha casa outro filhotinho, que não resisti por ver que estava morta de fome e magra. A princípio era apenas para alimentá-la, mas ela voltou no outro dia e então a adotamos. Demos o nome a ela de Pretinha. Nesse ano, para minha surpresa, estava em meu quarto quando meu pai me chamou e me mostrou essa outra princesa que ele viu na rua. Ele a chamou, ela entrou em casa e a adotamos também. Essa se chama Cléo (a esquerda). Na semana seguinte, outra surpresa, chego em casa e lá estava magérrima e comendo como uma louca, a Duda (a direita), que meu pai escutou miando no portão e pegou. Enfim, quero dizer que adotar um animalzinho de rua e poder dar a ele um lar, comida e muuuuito amor é muito gratificante. Jamais pensei em adotar 04 gatinhos, mas é um vício maravilhoso. Chegar em casa e ver essas fofurinhas felizes é muito bom. Quem me dera poder ter vários deles em algum lugar em que eu pudesse cuidar. Espero poder fazer esse bem a eles até o último dia da minha vida. Amo vocês, meus amores!!!!!”

Virgínia Barboza

 As Histórias de Nana, Valentina e Brigite

” Eu nem sonhava te amar desse jeito….” Foi assim com as três fofuras que adotei. A Nana foi jogada da janela de um carro, estava com problemas de pele, sem pêlos… depois de 2 meses de tratamento ficou uma belezura. A Valentina, foi encontrada dentro de uma caixa no estacionamento do Epa. Não gosta de colo… mas não fica sozinha… E a Brigitte… foi abandonada no início de uma trilha de montanha… nem havia desmamado ainda… deixada lá pra morrer… São Francisco me enviou… Desidratada e anêmica… mas com nosso amor e carinho recuperou e venceu!

Hoje estas três estrelas são nossas alegrias… São muito amadas!!! Donas de nossas casas e de nossas vidas!!! ADOTEM!!!!!!”

Tânia Mesquita Gama

     A História de Marmotinha e Tchica

Marmotinha e Tchica

           “Em um dia frio de setembro de 2012, quando o meu namorado estacionava o carro no prédio onde minha irmã morava, apareceu um cão. Ele me deu a pata e fez cara de “me ajuda”. Naquela época eu não era fã de cachorro. Não gostava de cachorro, achava que dava trabalho demais, prendia a gente e gastava muito dinheiro… Resolvi colocar uma blusa nele, liguei para a minha irmã que tinha dois cães, peguei ração, coloquei água para ele lá fora e fui embora(já pensando:  que dó , não tenho como ajudar! Sem perceber que já estava apaixonada por ele). Depois de dois dias, minha irmã me liga e fala que o cachorro que eu cuidei estava lá me procurando todos os dias. Nesses dois dias pensei muito, como eu estava alugando uma casa para morar, decidi buscar o cão.  Coloquei o nome de Marmotinha , ele fez cara de quieto, de cachorro carente, olhar desconfiado e um ar de marmotinha levado . E assim começou nossa história de amor. E agora eu entendo o que é: muita festa quando chego em casa e acordar cedo para ir passear todos os dias. Sou uma pessoa melhor depois que adotei um cão. Mas a adoção não parou ai. Em setembro de 2013, dia chuvoso e frio, me aparece um vizinho dizendo que precisava entregar um cão filhote para alguém, pois a mãe dele não aceitava o cachorro de jeito nenhum.Era uma filhote de dálmata misturada (risos), cheia de carrapatos com um barrigão de vermes e linda! Quando a peguei ,a intenção era levá-la para uma ONG no dia seguinte.Na mesma noite tirei todos os carrapatos , cobri, dei um bicho de pelúcia e fui dormir bem tarde. Para meu espanto, ela dormiu a noite toda sem chorar ( para me conquistar, sabe… risos! ).E hoje tenho dois cães lindos adotados a Tchica linda uma dálmata magrela e o Marmotinha um Fox paulistinha lindo e inteligente; todos os dois arteiros e dengosos. E vou contar um segredo: ter cachorro gasta dinheiro mesmo, mas o amor que recebemos é tanto que compensa. Minha vida mudou  para melhor, meus cães me passam ensinamentos grandiosos e a cada dia me torno um ser humano mais compressível. Eu adotei e foi maravilhoso!!!”

Flávia Rodrigues

 

A História de Gerônimo StrôncioGerônimo

Gerônimo

       “Um dia1959689_602829863127932_2066090633_n fiquei sabendo que teria feira de adoção em meu bairro e fui lá ‘’ver os cachorrinhos’’ (já estava com uma coleira dentro da bolsa e já tinha planos de adotar um cãozinho). Chegando lá, apaixonei por todos, mas um em especial me chamou muito a atenção, pelo fato dele nem sequer olhar para mim, risos, e olha que chamei várias vezes para brincar! Ele já era um cão adulto com seus 4 anos e tinha um olhar muito triste. Quando fui saber com a dona da feira a história do determinado cãozinho, ela me disse que quando ela resgatou ele na rua para levar ao abrigo, ele estava muito maltratado, tinha sido espancado e queimado com água quente! Naquela hora eu pensei, preciso dar um lar a este cãozinho! Falei com a moça da feira de adoção, ‘’eu quero adotar este’’ e ela mais do que feliz, abraçou ele e disse chorando ‘’meu amor você conseguiu uma mãe, uma casa… ’’. Aquilo me emocionou tanto que eu fui tomada por um amor muito forte… Ela pediu para eu colocar a coleira nele e dar uma volta no quarteirão para ele se acostumar comigo e para minha surpresa ele nem me deu bola, tremia muito e nem saia do lugar. Com muito amor e paciência, consegui trazer o cãozinho para minha casa. Como o ambiente era estranho, ele ficou meio com medo e adotou o meu quarto como ‘’esconderijo’’, risos! Passou 15 dias sem sair do meu quarto para nada, até que um dia carreguei ele para fora e fechei a porta para ele se acostumar com os outros cômodos… Aos poucos ele se acostumou e revelou ser um cachorro muito amigo e dócil com minha família, porém o trauma ficou dentro dele, o que o faz morrer de medo de vassouras, movimentos bruscos e barulho. Hoje em dia, com muito amor isso esta sendo mudado, bem devagar, mas já é um começo! Gerônimo é um filho exemplar, super amoroso e brincalhão! Filho, a mamãe te ama mais que tudo na vida!”

Pollyanna Mello Figueiredo

A história de Malu

Malu

       “Era mais ou menos 20/04/2013 quando vi sua foto divulgada no facebook pela Tia Ericka (Ericka Carvalho) e me apaixonei á primeira vista. Se parecia muito com meu Caco (falecido em 2006 aos 15 anos com linfoma). Mostrei ao meu marido e ele topou adotarmos. Fui toda empolgada mandar mensagem mas já haviam vários interessados, mesmo assim mandei. Após um mês , para minha surpresa, recebi uma mensagem da Ericka perguntando se ainda tinha interesse. “Claro!” respondi de imediato. Marcamos de encontrar e a pegamos no dia 28/10/2013 – Dia de São Judas Tadeu (Santo das causas impossíveis) e do meu primeiro aniversário de casamento! Não havia presente melhor! Fomos direto para o veterinário, Tia Rê (Renata Nunes), avaliou e medicou. Era sarna! Obs.: A Ericka estava tratando dela, inclusive me passou a receita e remédios dados pela veterinária que ela levou, porém ainda não havia se curado totalmente e eu optei por leva-la numa veterinária de minha confiança. Dei todos os remédios e banhos recomendados, e em um mês ela estava perfeita/curada – 100%. Ninguém acreditava ser a mesma cachorra. O mais lindo e importante dessa história, para mim, é que há algum tempo havia perdido uma cachorra de nome Lola, com mesmo tipo de pelagem e porte porém toda preta. E sempre pedia a São Chico (São Francisco de Assis – Santo protetor dos animais) que a me devolvesse um dia. Com o passar dos dias, percebi que a semelhança ia muito além do físico. Eram também as manias, o jeito de olhar, deitar, dormir, fazer carinho na gente, ciúmes, e algumas maluquices. Enfim… chegava a conclusão que São Chico havia não só me atendido como me premiado 2 vezes. Sua cor e manchas eram do meu Caco e seu jeito da minha Lola. Como acredito em reencarnação não havia como ter dúvidas. E para confirmar mais ainda tudo isso… adivinhem qual o nome a Tia Ericka havia dado para ela? Sim!!! LOLA!!! Mas como para mim cada um é único, dei a ela o nome de Malu (minha doce Maluquinha)!  Ela é a alegria da casa com suas maluquices e peripécias, assim como cada um dos meus filhos tem sua qualidade única. Amo muito meus oito filhos (quatro adotados). Qualquer cachorro pode lhe dar amor, carinho e atenção mas os adotados tem uma gratidão inexplicável por quem os acolhe e cuida, basta olhar em seus olhos e entendera tudo sem nenhuma palavra! Adotar é tudo de bom!!! Amo muito tudo isso!!!

Érica Martins

 

Leave a comment