Adote!

A o domesticar o cão e o gato, há milhares de anos, o homem tornou-se responsável pelo bem-estar desses animais. Conviver com um bicho de estimação é um privilégio e pode mudar nossa vida para muito melhor.

Atualmente o grande numero de animais nos centros hurbanos é um problema vivido em todo o mundo; em muitos casos, o triste destino desses animais é o abandono e muito sofrimento. Mudar esse quadro é um dos grandes desafios que se apresentam no século XXI.

Se cada cidadão atuasse a favor dessa causa, seja resgatando um animalzinho de rua, seja ajudando entidades responsáveis, seja olhando em conjunto com a classe veterinária, com certeza teremos um mundo melhor e mais justo principalmente para aqueles que são totalmente dependende de nós.

É imensurável o carinho, a compania, a atenção e o bem que esses anjos nos propicionam!

Mas adotar é coisa muito séria e devemos observar algumas dicas antes de levar um novo companheirinho para casa!

Antes de Adotar

  • Ter em mente que um animal (cão ou gato) vive em média de 12 a 15 anos e dependerá inteiramente de seu dono durante sua vida;
  • Ter a concordância de todos da família, verificar se há recursos necessários para manter o animal (ele vai precisar de ração, medicamentos e eventuais cuidados veterinários) e averiguar se há quem fique com ele durante as férias e feriados prolongados.
  • NÃO dar animais de presente. Não imponha um animal a quem não fez uma escolha consciente de adotá-lo. Animais não são objetos!
  • NÃO adotar ou comprar um animal de uma determinada raça só porque está na moda, pois a moda passa. Além disso, cachorros e gatos vira-latas costumam ser muito inteligentes e mais saudáveis que cachorros e gatos de raça, por terem maior diversidade genética.
  • Se escolher adotar um filhote, lembre-se que ele é fofinho agora, mas vai crescer rapidamente e precisará de espaço. Os filhotes também costumam ser estabanados e precisam ser disciplinados, com carinho, para não roerem ou quebrarem objetos e móveis.
  • Ter em mente que todo filhote precisa de visitas periódicas ao médico veterinário e de atenção constante.
  • Estar consciente que todo animal faz xixi e cocô. Verifique quem vai se responsabilizar pela limpeza do local.
  • Lembrar-se que gatos são tão carinhosos com seus donos como os cachorros, mas são mais independentes e podem passar tranquilamente longas horas sozinhos. Já os cachorros são carentes e gostam de ficar perto do dono e da família na maior parte do tempo. Muitos deles choram e uivam se deixados por muito tempo sozinhos. Se você mora sozinho e costuma ficar pouco tempo em casa, considere adotar um segundo animal para que um faça companhia ao outro.

Depois de Adotar
  • Manter o animal sempre dentro de casa, jamais solto na rua. Para os cães, passeios são fundamentais, mas apenas com coleira/guia e conduzido por quem possa conter o animal. Para gatos que vivem em apartamento, é necessário telar janelas para evitar quedas fatais;
  • Cuidar da saúde física do animal. Fornecer abrigo, alimento balanceado (de preferência ração), medicamentos e vacinas.
  • Levar o animal regularmente ao veterinário. Banhá-lo, escová-lo e exercitá-lo periodicamente.
  • Zelar pela saúde psicológica do animal. Dar-lhe atenção, carinho, estímulos e ambiente adequado.
  • Se necessário, educar o animal por meio de adestramento, mas sem agressividade e respeitando suas características;
  • Ao passear, recolher e jogar os dejetos no lixo.
  • Colocar uma plaqueta com seu nome e telefone na coleira do animal. Pesquisar a legislação de sua cidade e, se necessário, registrá-lo no Centro de Controle de Zoonoses (CCZ).
  • Evitar crias indesejadas de cães e gatos (esterilizando os machos e fêmeas). A esterilização é a única medida definitiva no controle da procriação e não tem contra-indicações.
  • Não abandonar nenhum animal. Ele sofrerá todos os tipos de maus-tratos na rua, como espancamento, mutilações, envenenamento, queimaduras, espancamentos etc.. Ele sentirá frio, fome, sede. Ele poderá ser atropelado, ficar ferido, do, do, sentir dor, medo, tristeza…
  • Educar as crianças para respeitar o animal, não batendo, chutando, torcendo, puxando ou ainda, jogando-o de escadas e janelas. Lembrar-se sempre que os animais só costumam agredir se forem agredidos primeiro.

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Atualmente temos os seguintes animais para adoção: